Paulo Freire propôs os temas geradores onde acontece a possibilidade de problematização do conhecimento trazido de casa pelos alunos, através da exposição de idéias frente a alguma questão que esteja sendo discutida.
Nos temas geradores de Paulo Freire, não há atividade mecânica, onde aparecem a memorização de letras, sílabas e famílias silábicas.
A realidade dos alunos é levada em consideração, fazendo, assim, com que aconteça a organização e sistematização das atividades propostas.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Letramento
Letramento é o resultado da ação de ensinar a ler e escrever. É a condição que um indivíduo ou grupo social adquire em consequência de ter se apropriado da escrita.
Hoje em dia, letrado não é aquele que somente aprende a ler e escrever, mas é a pessoa que domina a leitura, fazendo uso dela e da escrita.
O nível do letramento dependerá muito das variedades de textos escritos que as crianças ou adultos reconhecem.
Uma pessoa que convive e tem acesso a um ambiente rico em leituras variadas, terá um nível muito maior do que aqueles que não tem no seu cotidiano o contato com o mundo letrado.
Paulo Freire afirma que: "na verdade, o domínio sobre os signos linguisticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede - a da "leitura" do mundo".
Atualmente, vivemos momentos difíceis, pois a maioria dos adultos e crianças, são alfabetizados e não letrados, isto é, leem o que está escrito, mas não conseguem compreender e\ou interpretar.
E, aí, está um dos grandes desafios do professor... oferecer o máximo possível de recursos para que o processo de aquisição da leitura e escrita aconteça de maneira efetiva e qualificada.
Hoje em dia, letrado não é aquele que somente aprende a ler e escrever, mas é a pessoa que domina a leitura, fazendo uso dela e da escrita.
O nível do letramento dependerá muito das variedades de textos escritos que as crianças ou adultos reconhecem.
Uma pessoa que convive e tem acesso a um ambiente rico em leituras variadas, terá um nível muito maior do que aqueles que não tem no seu cotidiano o contato com o mundo letrado.
Paulo Freire afirma que: "na verdade, o domínio sobre os signos linguisticos escritos, mesmo pela criança que se alfabetiza, pressupõe uma experiência social que o precede - a da "leitura" do mundo".
Atualmente, vivemos momentos difíceis, pois a maioria dos adultos e crianças, são alfabetizados e não letrados, isto é, leem o que está escrito, mas não conseguem compreender e\ou interpretar.
E, aí, está um dos grandes desafios do professor... oferecer o máximo possível de recursos para que o processo de aquisição da leitura e escrita aconteça de maneira efetiva e qualificada.
EJA
E, ainda tem a falta de motivação por parte dos alunos, pois, com a idade mais avançada, muitos já têm família, no turno da noite já estão cansados pois trabalham o dia inteiro, muitas vezes o acesso à escola não é tão fácil e suas prioridades são outras, como: saúde, moradia, emprego, alimentação, entre outras coisas. Sendo assim, o estudo fica, não por vontade própria, mas por necessidade mesmo, em último plano, fazendo com que a evasão escolar nesta modalidade de ensino seja muito grande.
E, ainda falando da falta de estrutura e o despreparo da maioria dos professores que trabalham com a EJA, esta semana tive um exemplo \"vivo\" de como isto acontece. Na minha escola à noite, funcionam duas turmas do Brasil Alfabetizando. Pois bem, uma das professoras esteve um dia desses, pela manhã, para conversar com minha colega que trabalha durante o dia na mesma sala. Ela foi para conversar sobre o material didático que está disponível na sala. Perguntou se ela poderia usá-lo também, pois ela não dispõe de nada. Fiquei pasma ao ouvir ela contar da sua dificuldade em sala de aula, pois disse não saber como ensinar os alunos, visto que não tem magistério, nem um outro curso qualquer na área de educação. Perguntamos como ela foi parar lá e ela disse que se inscreveu para ter uma renda a mais, visto que ela trabalha em um escritório de dia e que eles só exigiam ter o ensino médio. Ela disse que estava apavorada, porque achou que só teria que aplicar planos prontos, que não teria que preparar aulas. Daí, fico pensando: Como podem colocar alguém para trabalhar com alunos, sem ter uma formação específica?Apesar disto, esta professora, mostrou-se extremamente dedicada e preocupada com os seus alunos. Pediu ajuda e idéias e disse estar, apesar de tudo, maravilhada com o trabalho, pois seus alunos são dedicados e querem muito aprender.
terça-feira, 30 de junho de 2009
Entre os muros da escola
Ao assistir o filme "Entre os muros da escola", tive vários tipos de reações e pensamentos. Achei o filme muito intenso, cheio de situações onde os nervos ficavam a flor da pele. Também chamou a atenção a enorme diversidades de etnias que havia na turma.
Não teve como não se colocar no lugar do professor, que passou por vários momentos difíceis, onde até perdeu o controle, discutindo com alunos, que eram, na maioria, extremamente sem limites e respeito com ele.
A cada derrespeito e afronta dos alunos eu ficava muito revoltada.
Também me senti incomodada com as falas onde o professor, ao meu ver, tratava os alunos com ironia e sarcasmo.
Acho que, no geral, o filme mostrou o enorme estresse que os professores estão vivendo no convívio com os alunos. Muitas vezes, não sabem como agir em situações conflituosas.
A cena que escolhi para descrever na minha síntese, foi uma das que mais me tocou. Nela, pude identificar vários conceitos.
Não teve como não se colocar no lugar do professor, que passou por vários momentos difíceis, onde até perdeu o controle, discutindo com alunos, que eram, na maioria, extremamente sem limites e respeito com ele.
A cada derrespeito e afronta dos alunos eu ficava muito revoltada.
Também me senti incomodada com as falas onde o professor, ao meu ver, tratava os alunos com ironia e sarcasmo.
Acho que, no geral, o filme mostrou o enorme estresse que os professores estão vivendo no convívio com os alunos. Muitas vezes, não sabem como agir em situações conflituosas.
A cena que escolhi para descrever na minha síntese, foi uma das que mais me tocou. Nela, pude identificar vários conceitos.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Cyberbullying
Os pais devem impedir que seus filhos assistam aos programas de televisão, jogos e programas de computador que contenham violência banalizada. Afinal, outra modalidade de agressão, o cyberbullying, vem, basicamente dos sites de relacionamento que são muito usados pelas crianças e adolescentes.
Aessoa que pratica o cyberbullying tem uma suposta vantagem pelo anonimato que a internet oferece. Os insultos podem se espalhar de maneira muito rápida, contaminando também as pessoas que conhecem a vítima. Na web, calúnias circulam através de redes sociais, e-mails, vídeos, blogs, mensageiros instantâneos, entre outros. A rede de relacionamentos mais acessada no Brasil, o Orkut, é utilizada para expor pessoas, por meio de comunidades ofensivas, divulgação de fotografias ou vídeos feitos sem consentimento.
Adolescentes com baixa autoestima são as principais vítimas das mentiras colocadas nos telefones celulares ou computadores. Alguns podem acreditar que tudo o que dizem é verdade e acabar chegando até ao suicídio.
Aessoa que pratica o cyberbullying tem uma suposta vantagem pelo anonimato que a internet oferece. Os insultos podem se espalhar de maneira muito rápida, contaminando também as pessoas que conhecem a vítima. Na web, calúnias circulam através de redes sociais, e-mails, vídeos, blogs, mensageiros instantâneos, entre outros. A rede de relacionamentos mais acessada no Brasil, o Orkut, é utilizada para expor pessoas, por meio de comunidades ofensivas, divulgação de fotografias ou vídeos feitos sem consentimento.
Adolescentes com baixa autoestima são as principais vítimas das mentiras colocadas nos telefones celulares ou computadores. Alguns podem acreditar que tudo o que dizem é verdade e acabar chegando até ao suicídio.
Bullying
O meu grupo de PA está trabalhando sobre o bullying. Sem dúvida, um assunto interessante e de obrigatório entendimento por nós professores. Mas, o que é o bullying?
São atitudes agressivas, repetidas e intencionais que um ou mais indivíduos fazem a um outro em uma relação de desigualdade, causando sofrimento à vítima, que assume, muitas vezes, atitudes aversivas (evita espaços de contato com o agressor, por exemplo).
Os professores devem estar bem atentos às atitudes de seus alunos, tanto em sala de aula, quanto na escola. Um sinal importante é o aproveitamento escolar, que tende a diminuir nos momentos dos ataques repetidos.
Até agora, já aprendi bastante e até recordei de fatos que já presenciei ou vivi e que podem, certamente, ser configurados como bullying. e, realmente, é algo muito agressivo e que magoa demais.
São atitudes agressivas, repetidas e intencionais que um ou mais indivíduos fazem a um outro em uma relação de desigualdade, causando sofrimento à vítima, que assume, muitas vezes, atitudes aversivas (evita espaços de contato com o agressor, por exemplo).
Os professores devem estar bem atentos às atitudes de seus alunos, tanto em sala de aula, quanto na escola. Um sinal importante é o aproveitamento escolar, que tende a diminuir nos momentos dos ataques repetidos.
Até agora, já aprendi bastante e até recordei de fatos que já presenciei ou vivi e que podem, certamente, ser configurados como bullying. e, realmente, é algo muito agressivo e que magoa demais.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Desenvolvimento moral
Muito se fala sobre a violência na escola. Eu, sou uma que fica indignada e reclamo bastante.
Mas, lendo o texto Significações de violência na escola:equívocos da compreensão dos processos de desenvolvimento moral na criança?, de Jaqueline Picetti, onde aparece como Piaget explica este desenvolvimento acontece na criança, surgiram dúvidas na minha cabeça.
Para Piaget (1994) até em torno de 10 anos, os atos são avaliados segundo seus resultados, independente das intenções. Que as crianças pensam a partir de seu ponto de vista, que a sanção deve corresponder exatamente ao ato cometido, para que o culpado sofra as consequências...
Então, agora, penso: - Será que para as crianças, devolver um tapa, soco ou empurrão, não quer dizer que quera ser violenta, mas, para o seu momento de desenvolvimento moral, isto seja certo e justo?
São coisas que muto acrescentam, pois modificam as nossas visões e julgamentos.
Gostei...!!!
De uma certa maneira, me senti um pouco aliviada e com uma sensação de que nem tudo está perdido, pois nem todas as atitudes das crianças são sinais de crueldade.
Mas, lendo o texto Significações de violência na escola:equívocos da compreensão dos processos de desenvolvimento moral na criança?, de Jaqueline Picetti, onde aparece como Piaget explica este desenvolvimento acontece na criança, surgiram dúvidas na minha cabeça.
Para Piaget (1994) até em torno de 10 anos, os atos são avaliados segundo seus resultados, independente das intenções. Que as crianças pensam a partir de seu ponto de vista, que a sanção deve corresponder exatamente ao ato cometido, para que o culpado sofra as consequências...
Então, agora, penso: - Será que para as crianças, devolver um tapa, soco ou empurrão, não quer dizer que quera ser violenta, mas, para o seu momento de desenvolvimento moral, isto seja certo e justo?
São coisas que muto acrescentam, pois modificam as nossas visões e julgamentos.
Gostei...!!!
De uma certa maneira, me senti um pouco aliviada e com uma sensação de que nem tudo está perdido, pois nem todas as atitudes das crianças são sinais de crueldade.
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